Léo de Almeida Neves (2016) Administração – Ponta Grossa – Paraná

Léo de Almeida Neves, filho de Francisco Fay Neves e Noêmia Almeida Neves, nasceu em Ponta Grossa, PR, em 22 de março de 1932. Economista formado pela Faculdade de Ciências Econômicas do Paraná em 1953, e Advogado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná em 1954. Exerceu o jornalismo no Diário do Paraná.

Publica artigos sobre temas diversos em vários órgãos de imprensa, notadamente Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, DCI e Correio da Cidadania em São Paulo e Gazeta do Povo, Jornal do Estado, Gazeta do Paraná, Indústria & Comércio, O Paraná, Folha de Londrina, Tribuna do Norte, Diário dos Campos, Jornal da Manhã, O Diário e outros do Paraná.

Autor das obras “A Retomada do Desenvolvimento”, texto de 25 páginas, no livro “Desnacionalização, crime contra o Brasil?” Ruben Medina, Editora Saga, RJ, 1970; “Destino do Brasil: Potência Mundial, A Era Vargas Continua”, Editora Graal, RJ, 1995, 270 páginas, com prefácio do ex-deputado federal Fernando Gasparian, apresentação do saudoso jornalista Samuel Guimarães da Costa e orelha assinada pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados Paes de Andrade; “Vivência de Fatos Históricos”, Editora Paz e Terra, SP, 2003, 534 páginas, com prefácio do Professor René Ariel Dotti, apresentação do ex-presidente do Banco do Brasil Camillo Calazans de Magalhães e orelha assinada pelo jornalista Luiz Geraldo Mazza; SEGREDOS DA DITADURA DE 64, Editora Paz e Terra, SP, 2010, 356 páginas, com prefácio do ex-governador Roberto Requião e orelha assinada pelo saudoso presidente da Academia Paranaense de Letras, José Carlos Veiga Lopes; e PRIVATIZAÇÕES DE FHC. A ERA VARGAS CONTINUA, prefácio de Jorge Samek, diretor-geral de Itaipu, e orelha assinada por Valmor Stédile, do Diretório Nacional do PDT.

Atividade Profissional

Procurador federal aposentado.

Desde 1º de setembro de 1970, trabalha na Companhia Cacique de Café Solúvel, sede e fábricas em Londrina e escritório em São Paulo. Foi Chefe do Departamento Econômico da empresa, economista responsável da subsidiária Cacique Importadora e Exportadora S/A, Diretor e depois Presidente da Cia. Cacique de Armazéns Gerais, ambas posteriormente incorporadas pela holding Cacique Solúvel. Atualmente, é Assessor da Presidência e Assessor da Área Jurídica e Tributária.

Cargos Públicos

Exerceu os cargos de Diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial (CREAI) do Banco do Brasil no governo João Goulart, Presidente do Banestado no governo José Richa, Delegado Regional no Paraná do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) e Diretor de Produção do Instituto Brasileiro do Café (IBC) no governo José Sarney, e Presidente do Conselho de Administração da Companhia Paranaense de Energia – Copel no governo Orlando Pessuti.

Mandatos Eletivos

Deputado estadual pelo antigo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), eleito em 1958; deputado federal mais votado pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), eleito em 1966; Suplente do Senador Roberto Requião (PMDB) em 1994/2002.

Atividade político-partidária

Foi Vice-Presidente e Secretário Geral da Executiva Nacional do antigo PTB, presidido por João Goulart; Presidiu por 5 anos o Diretório do PTB de Curitiba e foi durante nove anos Secretário Geral do PTB do Paraná, período em que Abilon de Souza Naves era Presidente do Partido. Foi Presidente do MDB de Curitiba e Vice-Presidente do PMDB do Paraná.

Academia Paranaense de Letras

É membro da Academia Paranaense de Letras.

PDT

Em 1985 foi o primeiro deputado federal do PDT do Paraná.

Em 2013, exerceu a 2ª Vice-Presidência do PDT de Curitiba.

Ao longo dos anos, foi o articulista que mais escreveu nos seus quatro livros, na imprensa do Paraná e na Rede PDT sobre Getulio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola e o Trabalhismo de Alberto Pasqualini.

Comentarios 1

  1. Carlos Fernando Huf

    Prezados senhores:
    Gostaria de ter informações, se possível, sobre o último livro lançado por Leo de Almeida Neves, sobre fatos por ele vividos durante a ditadura. Apenas sei que o lançamento foi em 2016.
    Também, se possível, gostaria de ter algum endereço dele, para um contato pessoal (a última vez em que falei com ele foi no lançamento de um livro de Nivaldo Krüger, na Biblioteca Pública de Curitiba, há muitos anos – informação que talvez facilite a sua lembrança, e concorde em me contatar).
    Grato pela atenção.

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