Walter Werner Schmidt (2015) Jornalismo – Blumenau – Santa Catarina

Brasileiro, casado, três filhos, três netos.
Jornalista e advogado.
Natural de Blumenau, SC (3.05.1946).
Está em Curitiba desde 1961, quando veio concluir o curso Ginasial no Colégio Estadual Rio Branco, no Batel, onde também fez o curso Científico.
Cursou Jornalismo na Universidade Federal do Paraná e Direito na Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Fez pós-graduação em Jornalismo, na Universidade Moderna, de Lisboa 2001-2002), onde defendeu uma dissertação sobre as funções do ombudsman.
Começou a carreira jornalística como estagiário, em 1965, na revista Divisas e na Rádio Colombo do Paraná. Em 1966, entrou na Gazeta do Povo, como repórter.
Em 1969, foi contratado como repórter pelo jornal O Estado do Paraná. Em 1972, entrou no jornal Voz do Paraná.
Em 1973, passou a chefiar a reportagem de O Estado do Paraná e, em 1974, a secretariar a Tribuna do Paraná, sendo transferido em 1975 para a chefia da redação do jornal Panorama, em Londrina.
Na volta a Curitiba, em fins de 1976, ingressou no Diário do Paraná e, no ano seguinte, trabalhou na montagem da redação do jornal Correio de Notícias, onde ficou até fins de 1979, quando voltou para o Diário do Paraná.
Trabalhou também na Folha de Curitiba, Indústria e Comércio e, novamente, no Diário do Paraná.
Durante muito tempo foi redator das rádios Independência e FM-Brasil 104, integrando a equipe comandada por Gilberto Fontoura.
Em 1989 voltou à Gazeta do Povo como editor internacional, cargo que ocupou até o ano de 1999. Em seguida, passou a trabalhar na reforma editorial e gráfica do jornal ao lado de consultores da Universidade de Navarra, Espanha. Durante dois anos foi responsável pela crítica diária da Gazeta do Povo. Ficou na Gazeta até 2004, quando se aposentou na condição de coordenador a editoria política.
De 2004 a 2012 foi professor de Jornalismo na Faculdades Eseei.
Ao longo da vida profissional, trabalhou em diversas assessorias de imprensa, como na Copel por ocasião da inauguração da Usina Capivari-Cachoeira; na Telepar dos primeiros anos da telefonia celular e da rede de fibras óticas, na Paranatur do primeiro mapeamento turístico do Estado; nas secretarias de Estado da Educação, Justiça, Segurança Pública e Desenvolvimento Urbano. De 1986 a 1990 foi coordenador de Imprensa do governo Alvaro Dias.
Hoje, dedica-se à pequena editora, W.A. Editores, que mantém em sociedade com o advogado Adolpho de Oliveira Franco Junior. E faz assessoria de imprensa para a Vinícola Araucária, de São José dos Pinhais.
Escreveu, juntamente com o sócio, o livro “Adolpho de Oliveira Franco – advogado do Paraná”, que conta a vida e a obra do famoso político, advogado e empresário que foi governado do Paraná, senador pelo Paraná, presidente do antigo grupo Banmcial (Banco Comercial do Paraná), presidente da OAB/PR, presidente da Liquigás Paraná-Santa Catarina, diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil, presidente da extinta UDN paranaense, presidente do Diário do Paraná, e acionista dos jornais O Estado do Paraná, Gazeta do Povo e o Diário do Norte do Paraná (Maringá).
Trabalha atualmente em duas pesquisas: uma sobre os governadores do Paraná no período republicano e outra sobre o golpe de 1964 na imprensa curitibana.
■ Trabalhos relevantes na Gazeta do Povo:
1 – O acidente aéreo com um avião da antiga Sadia, depois Transbrasil, na Serra do Mar.
2 – Cobriu a tragédia de Guaratuba, em 1968, quando um pedaço do centro da cidade “afundou” na baía do mesmo nome.
3 – Foi autor , em 1968,de uma pequena entrevista com o contista Dalton Trevisan, vencedor do Primeiro Concurso Nacional de Contos, promovido pelo governo Paulo Pimentel.
4 – Fez uma série de fascículos sobre história do Paraná,
5 – Autor de reportagem especial, em 2003, sobre os 60 anos de criação do Território Federal do Iguaçu, que tirou 25% da área paranaense.
■ Já no jornal O Estado do Paraná, fez três reportagens de repercussão:
1 – O cerco a Lamarca no vale do Registro, em São Paulo, divisa com o Paraná.
2 – O caso do navio pesqueiro chinês Shin-Hai 2, que bateu nas costas do Paraná após 12 pessoas terem sido assassinadas a bordo por um marinheiro.
3 – Um drama fundiário em Leópolis, na comarca de Cornélio Procópio. A reportagem evitou mega operação de despejo de dezenas de colonos que haviam perdido suas terras. O governo comprou as áreas e as financiou para os colonos.
■ Na Rádio Independência participou da grande pesquisa, que ficou mais de 12 horas no ar, sobre a popularidade de Maurício Fruet. Graças à pesquisa, Maurício foi nomeado prefeito de Curitiba.

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